MERCADO EM PAUTA – Convidada Juliana Azevedo

MERCADO EM PAUTA – Convidada Juliana Azevedo

No dia 23 de julho, às 19h, o Instituto de Embalagens promoveu um bate-papo sobre as #estratégias da Procter & Gamble para promover impacto positivo na sociedade e no meio ambiente através de suas #marcas. A entrevista com Juliana Azevedo , presidente da Procter & Gamble Brasil, foi conduzida pela nossa diretora Assunta Napolitano Camilo. Siga-nos! https://lnkd.in/eHadEFh A pandemia transformou todos nós. Ninguém vai sair dela da mesma forma. A Procter & Gamble Brasil não parou sua operação nem sofreu rupturas em sua cadeia produtiva por conta de parcerias sólidas com seus fornecedores. Essa gestão garantiu o abastecimento da população. Além disso, a companhia doou R$ 40 milhões em produtos para a comunidade carente e profissionais de saúde. A pandemia deixa um legado de colaboração. “Ela nos fez pensar que não é suficiente o que fazemos. Podemos fazer mais”, afirma Juliana Azevedo, presidente da Procter & Gamble Brasil. Através das marcas, a P&G também realizou ações de impacto positivo na sociedade. A Pampers, por exemplo, criou um hotsite com dicas para grávidas realizarem um chá de bebê online, que conecta família e amigos, mesmo em tempos de pandemia. “Hoje, a marca não é apenas produto, mas oferece experiência de consumo e soluções. É um caminho sem volta”, analisa. Sustentabilidade faz parte da estratégia de crescimento da P&G. Tornar as todas as operações neutras em carbono é uma das ambições para 2030. Como isso vai ser feito? A P&G vai fazer isso com projetos de reflorestamento, como a parceria com a World Wildlife Fund for Nature (WWF) e a Suzano, que traz planos para a Mata Atlântica, no estado do Espírito Santo, com recuperação da floresta, gerando benefícios para a biodiversidade e as comunidades locais, além de segurança hídrica e captura de carbono. O uso dos produtos é um ponto supercrítico para a redução da pegada de carbono das marcas da P&G. “Na categoria de lavagem de roupas, 60% do impacto da pegada de carbono estão no uso. Tem que fazer um trabalho muito grande”. Ela continua: “A embalagem também é outro ponto importante na redução da pegada de carbono. Do que ela é feita, como é transportada e descartada. Estamos buscando um envolvimento maior dos fornecedores para contribuir com soluções para toda a indústria e não apenas para a empresa”. O Centro de Inovação da P&G em Louveira (SP) é um dos 13 centros da companhia no mundo que foi criado há um ano para viabilizar soluções em várias frentes em conjunto com universidades e fornecedores. “Tenho 150 cientistas que podem trabalhar em embalagens e outras soluções de inovação”. Na pandemia, a companhia inovou nas embalagens para atender o atual momento de consumo das pessoas que estão mais preocupadas com limpeza e higiene e perderam poder de compra. “Lançamos novos tamanhos de embalagens para os nossos produtos que estão indo muito bem nas gôndolas”. A pandemia acelerou a digitalização dos consumidores. A embalagem tem um papel fundamental para promover novas experiências dos consumidores. “A embalagem digital ganha vida. É uma nova forma de criar um relacionamento com os consumidores através da emoção, contando a história das marcas. A P&G vai seguir esse caminho”, diz. #embalagemmelhormundomelhor O Instituto de Embalagens, com sede em Barueri – São Paulo – Brasil, foi fundado em 2005 por profissionais renomados na área. Trabalha com o ensino e pesquisa sobre embalagens levando aos profissionais da indústria informações atualizadas para capacitá-los conforme sua crença: EMBALAGEM MELHOR. MUNDO MELHOR! Nossa missão é coordenar e executar estudos, cursos, encontros e treinamentos que contribuam para o conhecimento da Embalagem. Nossa visão é ser o Centro de conhecimento sobre Embalagem no Brasil. http://www.institutodeembalagens.com.br/

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